ORDEM E PROGRESSO!
Esta é a frase grafada na Bandeira Nacional, como zelo maior de uma sociedade democrática e feliz. Nas escolas começamos desde cedo a memorizar e depois compreender um pouco o sentido dessa frase tão usada em poemas, músicas e demais manifestações culturais. Mas o que é para Macau esta frase de tamanho valor? O que realmente se ensina nas escolas macauenses? O que se tem feito (SME) pela educação pública deste município?
Quanto ao que estar sendo feito nas salas de aula, creio que é o que se pode, o que se dá pára criar em escolas que falta tudo e muito mais.
A SME tem feito ouvido de mercador aos apelos das escolas que tentam sozinha estar agradáveis para seus usuários. O que se nota é uma sede de poder nessa autarquia municipal, um jogo horrendo de influências que de benéficas não tem nada. É lamentável ver que a principal pasta de um município que pretende ser referência em educação não tem dado o devido respeito aos mais de 27 mil habitantes, que dependem primariamente de seu sistema de ensino como instrumento capaz de mudar a realidade de crianças, jovens e adultos. Não, não falo que a educação será uma panacéia utópica, mas que sim, é possível melhorar e muito os índices dessa cidade, quando realmente o município começar a valorizar sue pilar principal.
Não obstante, vejo inúmeras cidades se esforçando (até com pouco dinheiro) para garantir um direito constitucional aos seus munícipes, e isso passa muito além de poder aquisitivo, vai pela contra-mão dos interesses do “POVO MACAUENSE”, passa pela premissa do bem maior ser o cidadão e suas tecnologias humanas aperfeiçoadas. Esse contexto infelizmente vê, e sinto tristeza, que a terra de tantas riquezas é pobre na maior esperança de uma nação. Vejo também que não é só punir professores ou avaliá-los que resolverá o problema da educação como se propõe certo edital publicado este ano. Mas sim a valorização do profissional, a valorização dos espaços educacionais institucionais e um programa de formação compatível com a necessidade do município, mas não um programa que fique engavetado, um programa que se cumpra, que se execute em longo prazo, só assim, Macau ACORDARÁ do sonho da BARRILHA, deixará de mendigar empregos do pólo petroquímico de Guamaré e será um pólo de novos horizontes.
Que a educação, possa um dia, ser um pesadelo constante nos sonos diários de nossos governantes, fazendo com que eles, se aborreçam e comecem a concertar o erro agora no presente.
